sábado, 16 de fevereiro de 2013

ALGUMAS OBRAS DE AQUILINO RIBEIRO









50 ANOS APÓS A MORTE DE AQUILINO RIBEIRO




Aquilino Ribeiro
(1885 - 1963)
 




O local onde nasceu Aquilino



                  
O largo da aldeia do Carregal onde o "mestre" nasceu foi requalificado através dos seus escritos

O largo da aldeia do Carregal, no concelho de Sernancelhe, onde nasceu o escritor Aquilino Ribeiro.
O local aparece descrito pelo "mestre" num dos seus romances mais autobiográficos, Cinco Réis de Gente,
Este largo situa-se proximo de uma capela do século XVI e da Igreja Matriz.       

quarta-feira, 6 de fevereiro de 2013

Novos Livros


Livros adquiridos de acordo com as Metas Curriculares.

5.º Ano

- O Pássaro na Cabeça, PINA, Manuel A.
- Contos e Lendas de Portugal e do Mundo, MÉSSEDER, J.Pedro e RAMALHETE, Isabel
- O Limpa Palavras e Outros Poemas, MAGALHÃES, Álvaro

6.º Ano

- Ali Bábá e os 40 Ladrões, (adpt. António Pestana)
- Rosa, minha irmã Rosa, VIEIRA, Alice
- Pedro Alecrim, MOTA, António
- Robinson Crusoe, DEFOE, Daniel

7.º Ano

- Uma Mão Cheia de Nada Outra de Coisa Nenhuma, LISBOA, Irene

8.º Ano

- Antologia, JUNQUEIRO, Guerra
- As Rimas de Petrarca, MOURA, Vasco Graça

9.º Ano

- Clepsidra, PESSANHA, Camilo
- Livro de Crónicas, ANTUNES, António Lobo
- Outono Havias de Vir Latente, Triste, LISBOA, Irene
- Contos Completos, MÁRQUEZ, Gabriel Garcia
Aproveita e,


 LÊ!

segunda-feira, 4 de fevereiro de 2013






José Afonso ilustrado


O Homem da Gaita
Texto José Afonso
Ilustração Rui Pedro Lourenço
Edição Barca do Inferno 
28 págs., 12,90 euros



 Delicia-te com o vídeo.

Aqui fica o link: http://www.youtube.com/watch?v=5ycTYNPjuMY

quinta-feira, 24 de janeiro de 2013

Vergílio Ferreira - 28 de janeiro

Não Penses 

Não penses. Que raio de mania essa de estares sempre a querer pensar. Pensar é trocar uma flor por um silogismo, um vivo por um morto. Pensar é não ver. Olha apenas, vê. Está um dia enorme de sol. Talvez que de noite, acabou-se, como diz o filósofo da ave de Minerva. Mas não agora. Há alegria bastante para se não pensar, que é coisa sempre triste. Olha, escuta. Nas passagens de nível, havia um aviso de «pare, escute, olhe» com vistas ao atropelo dos comboios. É o aviso que devia haver nestes dias magníficos de sol. Olha a luz. Escuta a alegria dos pássaros. Não penses, que é sacrilégio.

 Vergílio Ferreira, in "Conta-corrente - nova série - 2"